Edição especial Curitiba X Londrina. Dia 23, foi no James (Curitiba). Dia 24, no Valentino (Londrina). A Edição daqui se repetiu lá. Os DJ’s foram Alexandre Dantas (James), Alexandre Heringer (Single Rock/Londrina), André Foca (Single Rock/Londrina), Cá Cardoso (INMWT), Denis Pedroso (INMWT), Marco Mazzarotto (INMWT).
Curitiba, bar James, 23 de Março
As expectativas, pra essa edição, eram duas. Uma: será que ao menos metade do público da edição anterior volta pra desse mês? Outra: será que vão gostar da diversidade que vamos apresentar hoje aqui?
Na Edição de Fevereiro, tivemos uma festa que surpreendeu pela quantidade de gente que passou pelo bar. Ela aconteceu logo após o Carnaval, portanto o público poderia estar cansado e sem grana. Mas a combinação disposição + calor + valor baixo trouxe mais de 400 pessoas ao James, naquele dia.
Eu, particularmente, não havia gostado muito do som daquela edição, em alguns poucos momentos, diga-se. E, a partir da semana seguinte à festa, eu, a Cá e o Marco decidimos apresentar uma diversidade sonora que fugisse um pouco do comum e apresentasse mais estilos juntos. Assim, deixamos de lado o que era mais pop e linear e preparamos sets mais variados e procurando torna-los dinâmicos.
O que rolou na Edição de Março, portanto?
Discotecagens
O Marco Mazzarotto apresentou um set voltado apenas pra nova música nacional, de Forgotten Boys, Mordida e Rock Rocket a Cansei e Ser Sexy, Bonde do Rolê e das Impostoras (com a ilustre visita do amigo Cello, que dançou com a gente ao som de sua própria música). A Cá Cardoso não deixou de tocar seu set de vocal feminino, mas trocou um pouco as guitarras pelos sintetizadores, foi de You Say Party! We Say Die!, The Noisettes e Rogue Traders a 2khz, Cobra Killers e Ladyfuzz. Da minha parte, comecei com o vigor metal dos Wolfmother pra terminar 40min depois com o eletroclash das Chicks on Speed, mantendo quem dançou com guitarras e solos curtindo também batidas e bases eletrônicas.
De Londrina, André Foca trouxe uma mistura ousada (de um lado Rapture, do outro MSTKRFT), pecando um pouco na mixagem sim, mas segurando o clima, o qual esteve sempre muito em alta, e Alexandre Heringer experimentou aprimorar o seu set mais eletrônico, que ele havia discotecado aqui já em Outubro do ano passado. E o Alexandre Dantas apresentou o novo rock em grande estilo, como sempre.
E os duelos foram ótimos, a diversidade não se transformou em nenhum momento em bagunça e uma linha deu seqüência à outra sem quebrar o ritmo da noite. Foi, em minha opinião, melhor que a edição de Outubro, a qual já havia sido bem boa por apresentar estilos diferentes. Nessa, conseguimos misturá-los sem perder o embalo. Quando o conceito do projeto sai em alta assim, não tem como não estar boa a festa e o público sente isso, pois se diverte sem reservas ; )
Público
Pra nossa surpresa, a festa encheu de repente entre 23:30 e meia-noite. A partir daí, uma fila se iniciou lá fora e só acabou às 3 e tanto da manhã, quando por bem acabamos colocando quem ainda sobrevivia lá fora.
As filas têm se formado, mas, como já aconteceu na edição passada, são inevitáveis para o bem dos que lá dentro estão. Assim, mantemos a qualidade do ambiente, as pessoas podem transitar e dançar numa boa, sem dizer que o ar condicionado não vira refúgio, mantem o clima.
E, como aconteceu na edição passada, nenhum incidente ocorreu e todo mundo compreendeu a fila. Nenhum favorecimento também e tudo correu bem durante toda a noite. A qualidade do som do James é algo sensacional pra gente que discoteca e a estrutura do bar, toda à nossa disposição, é de se agradecer sempre. Isso nos permite realizar boas edições a um preço, convenhamos, muito baixo. Essa promoção tem contentado a todos. Vocês, por não saírem onerados e, nós, por poder recebê-los e apresentar bem nossos trabalhos.
Eu tive de desligar o som às 5:30 e acender as luzes, inevitavelmente. Eu mal fui ao 2º andar ver como estava a projeção, mas algumas pessoas vieram comentar sobre os novos clipes que projetamos. Até a próxima, que como sempre trará novidades e, ao menos, manterá a mesma qualidade.
Agradecimentos
A todos que têm acompanhado o projeto, os quais, já sabem, temos ótimas novidades pra Maio, hum. Ao bar James, que tem sido bem mais que um parceiro. Ao Alexandre Heringer e ao André Foca, que trouxeram seu melhor pra cá e se entrosaram bem com o público. Ao Alexandre Dantas, DJ residente do James e ao DJ Renan Mendes, que me ‘emprestou’ (bem baratinho; ) um CDJ.
Londrina, bar Valentino, 24 de Março
Não sabíamos como seria, nesta 2ª edição. Pois estávamos tirando a banda e deixando a noite por conta apenas das discotecagens. E será que o público vai estranhar as músicas mais novas e a estrutura que montamos? É que eles costumam, aos sábados lá no Valentino, ter apenas um DJ a noite toda e a entrada com valor baixo, sem muitas luzes e danças coreografadas, no palco, às vezes atrapalhando a projeção ; ) Bom, nota-se que o público poderia ter estranhado e reclamado, pois os sábados no bar Valentino são bem diferentes do que com a INMWT se intrometendo neles. Mas...
Público
Mas, pelo que aconteceu, fica a impressão de que o estranhamento pode ter existido, só que virou boa aceitação e divertido. Não demorou e o ambiente já estava cheio. Nele, não apenas 5 DJ’s mandando música nova, também um telão imenso apresentando um vídeo estranho do Kasabian e as luzes frenéticas (a gente instalou uma nova iluminação para o dia).
Some às pessoas dançando o fato de não haver nenhum pedido por música mais antiga. Ressalto isso, porque assim medimos o quanto o público entendeu o conceito da festa e se joga dançar pra se divertir, que é o que importa.
Com o calor que fazia, nesse dia, não havia dado 23hrs ainda e a fila pra entrar chegava no meio do estacionamento. O Valentino tem um público amplo e presente, sempre está cheio. Com isso, não nos iludimos que aquilo tudo era comoção pela festa, claro. Lá dentro, há dois ambientes, no espaço que é destinado à festa cabem umas 400 pessoas, ao mesmo tempo. E ele se manteve repleto de gente dançando, desde cedo. Tivemos de desligar o som e acender as luzes às 5hrs em ponto, quando ainda tinha muita gente na pista, mas que é o horário em que o bar fecha.
Surpreendeu-nos, essa festa, pois o público compareceu e, mesmo a entrada custando R$ 7 a mais do que estão acostumados a pagar, nesse dia, ninguém deixou de ir ou reclamou. Pelo contrário, muita gente, como na edição anterior, nos parava para elogiar e agradecer até. A Cá, pelo que andei sabendo por aí, até fã clube formou lá. E nada tem a ver com homens, eram fãs legítimos ; )
Discotecagens
Em Londrina, fazemos um pouco diferente os sets, pois como a festa está em sua 2ª Edição apenas, o público ainda está se acostumando ao conceito do projeto. Portanto, algumas músicas que já deixaram de ser tocadas nas INMWT’s em Curitiba, lá rola. Porém, desta vez, o número foi bem menor. Guardada a proporção, o modo como os sets foram mixados teve muito a ver com a do dia anterior, em Curitiba.
O ponto alto da festa foram os duelos. Viraram disputas a sério e quem saiu favorecido foi o público, pois nessa hora os DJ’s costumam jogar suas melhores faixas um contra o outro e também costumam fazer coreografias e incentivar o público a torcer por eles. Acaba que a diversão se torna geral, com direito a DJ descendo dançar em meio à galera e fazer coro às músicas.
Algo que rolou e foi bacana, ainda mais sendo lá em Londrina, foi o duelo Rock X Eletrônico, faixa a faixa. Funcionou super bem, apesar da estranheza da sonoridade. E, o que é melhor de se notar é o público se divertindo sem preconceito e se entregando às músicas, sejam de que estilo forem. Sensacional isso.
Agradecimentos
Eu sempre me impressiono com Londrina, seja onde for. Desde que discotequei com o Xanão em festinha pequena lá, eu admiro a galera que se joga e se diverte sem preconceito. E olha que em Londrina a galera é mais braba. Mas, comigo, foi sempre bem divertido, a recepção sempre é ótima e os amigos de lá atenciosos. Uma pena que uma galera não pôde entrar na festa, devido à lotação cedo, mas pelo que ouvi dizer por aí novas edições estão por vir, se liguem e aguardem, muito em breve ; )
Não costumo gostar de bandas covers, mas dessa aí eu gosto. Além da seleção das músicas ser de muito bom gosto é muito bem tocada e a vocalista, Priscila, manda muuuuuito bem.
Data: 15/03 - quinta Entrada: R$5 Horário: o bar abre as 20h30, a banda começa lá por 22h30.
7.3.07
Tapes ‘N Tapes “Underneath the hype”
(Capa do álbum The Loon)
Dia 4 de Abril de 2006, recebi do amigo Hugo (Timm) um arquivo intitulado “03 Insistor.mp3”. No corpo da mensagem, apenas um “tipo assim, ducaralho”. Ouvi, na época, mas de repente por estar pesquisando outras coisas guardei para um dia prestar a devida atenção.
Semana passada, me deparei novamente com “Insistor”, terceira faixa do primeiro e único álbum deles, sobre o qual falo melhor logo mais. No momento em que ouvi, pensei no porquê de ninguém ter falado por aqui da banda, sequer tocam essa música. Na hora, parei o que estava fazendo e fui ouvir bem todo o álbum.
Don't be terse and don't be shy Just hug my lips and say good lies
A primeira formação é de 2003. Em 2004, gravaram de modo caseiro o EP Tapes ‘N Tapes. “It was a lot fun to do it on our own and get a little crazy, but it was also frustrating since we didn't really know entirely what we were doing”, comenta Josh Grier (vocal e guitarra). Com apenas quatro músicas, eles percorreram os EUA tocando com The Futureheads, The Streets, Metric, Calvin Johnson e I Am The World Trade Center.
Em Junho de 2005, foram pro estúdio (Short Man Studios), com o amigo Erik Appeldick assumindo a produção (o qual, quase um ano depois, assumiria o baixo. Da formação original eles trocaram, na mesma data em que Erik entrou, Abril de 2006, também o baterista. Assumiu Jeremy Hanson). E, mesmo gravando e distribuindo de modo caseiro, mal lançaram o álbum, The Loon (em1º de Novembro), e em Dezembro de 2005 já figuravam no 21º lugar do Top 200 da CMJ.
Do you still fight for lover's rights?
Com uma nota favorável na Pitchfork Media (“11 tracks stuffed with hook after addictively anthemic hook”), ótimas apresentações dentro da edição de 2006 do festival South by Southwest (Março - Austin, TX, EUA) e após várias ofertas de gravadoras devido à visibilidade no festival, em Abril de 2006 assinaram com a inglesa XL (também dos White Stripes, Raconteurs, Thom Yorke, BYOP, etc).
A opção se deu porque, segundo Josh, “they were really nice, there's a lot of creativity allowed - all the bands seem to have total creative control, that was really important for us”. Re-lançaram o álbum, agora pela XL e lá na Inglaterra, em Julho de 2006 e logo a repercussão aconteceu na mesma medida em que iam atingido mais gente.
“Tapes ‘n Tapes were rhapsodic” (The New York Times) “Left-of-centre, experimental indie” (NME) “As loveable as it is bewildering” (Rolling Stone) “The best band in the world” (Zane Lowe)
A banda passou a ser reconhecida mais do que a própria expectativa dos integrantes previa, no início da carreira. E tudo devendo-se não só à qualidade de sua música. Sem pose de rockstars e com letras carismáticas, pra dizer o mínimo, foram conquistando pela simplicidade e ousadia na trajetória. Ousadia, essa, que nada tem a ver com pretensão nem mágica, e sim com o fato necessário e básico que é, hoje, as bandas se “empresariarem” no início e durante a carreira.
Devido à ascensão do mp3 e a visibilidade e facilidades que a internet possibilita, há maior controle por parte dos artistas em relação à própria trajetória, o que permite a uma banda, não tida como “hype”, ganhar a crítica e o público tendo como princípio o bom e velho faça você mesmo.
When my head and hands are tied to you so tight Oh Kelly just tell me one more thing Is it mine or is it some other ring That you wear as we lie in bed tonight?
Sobre a sonoridade deles, tu vai encontrar referências a Pavement e Pixies. “I don't think I can deny those” (Josh).Porém, os integrantes preferem não fazer referência tão estreita a outras bandas, "but there's a lot of other stuff like” Flaming Lips, Beatles, Bruce Springsteen, Wire, Wilco. Em relação às bandas novas, são colocados ao lado de Clap Your Hands Say Yeah e Arcade Fire, o que serve menos pra taxar a sonoridade deles como semelhante a dessas bandas, do que pra fazer referência à importância de suas qualidades e em quão alta estima estão.
Ao ouvir com calma e tempo o álbum “The Loon”, aos poucos tenho certeza que tu será cativado. Claro que uma dose de disposição é necessária, não é exatamente um som fácil. Além de não ter a sonoridade pela qual estamos mais acostumados, por misturar um folk a uma polka e por aí vai. Mas, acredito, e isso eu já achava antes de saber mais a respeito da banda, que cativam não pelo jeito simples ou a visível vitória do talento versus o ego nas atitudes e falas, e sim porque tu percebe que as letras são cheias de vontade, a composição das músicas conquista a medida que intenciona e até o barulho é milimétrico e vem à tona com boa energia. O bom trabalho, gostemos ou não do som através do qual ele surge (ou vice-versa), faz-se simples e sincero, sem floreios, ornamentação pecaminosa ou “mirabolações” (termo muito empregado pra descrever bandas novas que pretendem mostrar talento ou maturidade enchendo a música de camadas, geralmente adicionadas pelo computador. Inventei agora, desculpa). E, afinal, todo mundo acaba por simpatizar com aqueles que se dedicam naquilo que fazem sem acharem que são o centro do universo, mas uma parte, boa, dele. Eis os tapes, até que me provem o contrário.
Pra quem ainda não os conhece: de Minneapolis, Minnesota, Estados Unidos, please, welcome...
Tapes ‘N Tapes – “Insistor” (vídeo editado especialmente para o post ; )
E com o álbum The Loon todinho pra download, “compreendidamente” cedido à INMWT pelos integrantes da banda, afinal eles mesmos reconheceram que "nobody I think would know who we were if it weren't for the Internet".
A gente agradece por tudo e aguarda o álbum ser vendido aqui no Brazil.
Antes de tudo, eu agradeço e esclareço. Pelas pessoas que foram, as que enfrentaram uma fila monstro e as que desistiram indo embora da fila.
O James excedeu a capacidade normal logo cedo. E é norma do bar, e a INMWT é total a favor, não superlotar só pra entupir. Lá dentro tinha de estar ao menos respirável e, ainda assim, a certa altura (após as3 da manhã), quando pessoas ainda resistiam na fila, entrava mais gente que saia e assim todos puderam entrar e ficar até o amanhecer.
E, que fique claro, nenhum amigo meu entrou por favorecimento, nenhum. Todos, sem exceção, esperaram na fila, fosse bem amigo, colega ou só conhecido. E isso, todo mundo que esteve na fila testemunhou, afinal, ninguém furou por ser amigo de alguém da festa. Isso é o mínimo que podemos fazer pra sermos justos com o público, tanto o lá de dentro quanto o de fora.
Agradeço a compreensão de todos, pois a festa rolou super bem, sem problema nem reclamação nenhuma, todo mundo entendeu super bem o lance.
Valeu!
E, lá dentro, como foi?
Eram 23hrs e já havia muita mulher/m² (entrada liberada para as ladies até meia-noite dá nisso; ) e já havia pista e neguinho gritando Gossip!, Wolfmother!. Ok! Ok!
O que era pra ser um set lounge meu, acabou abrindo a pista e enlouquecendo as luzes. Gossip, Wolfmother, CSS, Pigeon Detectives, Noisettes, Kooks, Rockz, Rakes, Pipettes, KOL, enfim, quem estava lá já, que fosse pra pista.
Lá no 2º andar, soltei a edição desse mês do DVD INMWT e a galera pôde conferir clipes bem novos. Do glamour e estranheza dos vídeos dos Klaxons, passando pelas gaciosas dancinhas de Beth “Gossip”, o horror estridente dos Horrors, a cara infantil do vocalista teenager do The View, os embalos dos Fratellis, a diversão alright-yeah dos Rapture, até as novidades dos Kaiser Chiefs, Kasabian, Rakes, Bloc Party, Sunshine Underground, enfim.
A música estava bacana (não foi um primor, como a edição passada, mas foi bem boa). Tocou de tudo, desde algo muito gritado até pop demais. Sim, tem coisas que testamos, nesse dia, que nunca mais tocaremos numa INMWT. Apesar de o público dançar horrores, nessas horas também, a gente tem vergonha. Então, ficamos com o nosso indie pop e às vezes obscuro que já embala bem a galera e o povo até reclama se falta alguma.
Portanto, luz, câmera e som. Quer dizer, câmera nem tanto, pois em meio à festa, bagunça, muita gente, carregador, pouca luz, mão na bunda, calor, cerveja, suor, cumprimentos, cd, pista, grito, empurraempurra, fica difícil tirar fotos ou fazer vídeos, por isso ficou essa desgraça que eu publico sem vergonha aqui. Na próxima, comparece e vê tudo ao vivo e se diverte com a gente.
Pra quem está curtindo a tal New Rave (que não passa de jogada NME pra cima do Disco Punk, às vezes apenas mais moderado), o set de uma hora do convidado especial Guga Azevedo foi f*da, até banda chilena teve. É isso, aí, in new music we trust, sem fronteiras, desde que a música seja boa.
A luz estava algo de especial, quando dava, com o laser cegando a galera e a fumaça intoxicando as vozes que até tentavam cantar, mas o que mais se ouviam, ali da cabine, eram os gritos. Nunca ouvi tantos gritos como dessa vez. Assim como nunca vi tanta gente se beijando. Realmente estava um perigo, devido à quantidade de mulheres atacando os homens, mulheres, funcionários e bebidas.
Prometo pra próxima edição ter alguém especialmente dedicado às fotos e vídeos, pra flagar tudinho. A gente edita tudo depois e coloca tarjas nas ‘partes’ e esconde os nomes dos rostos, certo?
Então, comparece dia 23 de Março, se tu perdeu essa (e vai cedo pra evitar a fila e também pagar menos, os preços e descontos serão os mesmos). Será edição especial Curitiba-Londrina, com DJ’s de lá contra DJ’s daqui. No dia seguinte, a festa se repete lá, no Valentino. Portanto, vai acompanhando a movimentação no blog, na comunidade e todo o aquecimento prévio. Até lá, muitas novidades estão por vir (além da INMWT Party, teremos INMWT Live e INMWT Lounge, em novas datas e espaços), tu não perde por esperar.